A Justiça do Amazonas negou, pela segunda vez, o pedido de prisão preventiva da médica Juliana Brasil Santos e da técnica de enfermagem Raíza Bentes, suspeitas de envolvimento na morte de Benício Xavier, de 6 anos. A criança faleceu após receber doses elevadas de adrenalina. O caso que gerou forte comoção e é alvo de investigação policial por possíveis negligências.
O novo pedido de prisão foi apresentado no último domingo (21) pelo delegado Marcelo Martins, responsável pelas investigações. A decisão que negou as prisões é do juiz de plantão Luiz Carlos Valoá.
Segundo o magistrado, as medidas cautelares já impostas são suficientes para garantir a ordem pública. Entre elas estão a suspensão do exercício da medicina por Juliana e da enfermagem por Raíza.
A morte do menino completa um mês nesta terça-feira (23). Benício completaria sete anos nesta quinta-feira (25).

