Em mais uma jogada polêmica, o governador Wilson Lima autorizou o Detran-AM a espalhar vans equipadas com radares pelas ruas de Manaus, transformando a cidade em um verdadeiro “Big Brother fiscalizador”. Os veículos, posicionados estrategicamente, escaneiam placas e emitem multas gravíssimas a quem estiver com o licenciamento atrasado, uma medida que muitos classificam como pura “indústria da multa” disfarçada de fiscalização.
A estratégia, longe de educar os motoristas, revela um governo desesperado por arrecadar a qualquer custo. Em vez de investir em campanhas de conscientização ou facilitar a regularização, Wilson Lima optou pelo caminho mais fácil: punir e cobrar. Motoristas estão sendo surpreendidos com notificações em massa, enquanto o Detran-AM fatura alto às custas do cidadão.
A revolta já tomou conta das redes sociais, onde vítimas da “caça às multas” compartilham indignação e vídeos das vans em ação. “É um absurdo! O governo deveria ajudar, não só multar”, desabafa um condutor. A medida, que deveria promover a segurança no trânsito, só aumenta a desconfiança da população em relação às reais intenções do governador.
Enquanto Wilson Lima se esconde atrás do discurso de “modernização”, a população sofre com os cofres públicos sendo abastecidos de forma questionável. Será que o governador está mesmo preocupado com o trânsito ou apenas usando o Detran-AM como “caixa eletrônico” para tapar buracos na gestão?
Com essa atitude, Wilson Lima revela suas prioridades: ao invés de buscar alternativas para apoiar o cidadão, ele escolhe multar, multar e multar. A onda de autuações é um reflexo de um modelo de governança que joga nas costas do trabalhador o custo de um estado ineficiente, aumentando a revolta nas redes, nas comunidades e nas mãos de quem precisa se locomover para garantir o sustento.
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