A greve dos rodoviários em Manaus pode deixar milhares de passageiros sem transporte coletivo a partir de segunda-feira (9). Os trabalhadores anunciaram uma paralisação geral por tempo indeterminado, com início previsto para 00h01. Segundo o sindicato da categoria, a decisão ocorreu após sucessivos atrasos no pagamento dos salários. Além disso, motoristas e cobradores afirmam que as dificuldades financeiras comprometem o sustento de suas famílias.
O movimento poderá afetar a circulação de ônibus em diferentes regiões da capital amazonense. No entanto, os representantes dos trabalhadores ainda admitem a possibilidade de um acordo antes do início da greve.
A categoria aprovou a paralisação durante uma assembleia geral realizada na quarta-feira (4). Na ocasião, os trabalhadores decidiram suspender as atividades caso não haja avanço nas negociações. Além disso, os representantes sindicais definiram que o movimento poderá continuar por tempo indeterminado.
A decisão aumenta a preocupação entre os passageiros que dependem diariamente do transporte público. Segundo o sindicato, os atrasos salariais estão entre os principais motivos da mobilização. Por isso, a categoria cobra a regularização dos pagamentos pelas empresas responsáveis pelo serviço. Enquanto isso, os trabalhadores aguardam uma resposta às reivindicações apresentadas. O objetivo das negociações é encontrar uma solução antes da data prevista para a paralisação.
A possibilidade existe caso os trabalhadores mantenham a decisão aprovada em assembleia. No entanto, o início da greve ainda depende dos desdobramentos das negociações. Até a atualização desta matéria, não havia confirmação de um acordo capaz de cancelar a paralisação.
Além disso, as empresas ainda poderão apresentar propostas antes de segunda-feira. O Sindicato dos Rodoviários afirma que continua aberto ao diálogo. Portanto, a mobilização poderá sofrer alterações caso as partes encontrem uma solução. Enquanto isso, a greve dos rodoviários em Manaus permanece prevista para 00h01 de segunda-feira (9). A decisão final sobre o funcionamento do transporte coletivo poderá afetar a rotina de milhares de passageiros.

